Cada vez me dá mais vontade de desistir a meio, de fugir e de gritar, de me perder e nunca mais voltar. Hoje falei, tentei, gritei, bem alto para me ouvires, ignoraste porque toda a razão gira a tua volta mesmo quando não a tens. Não te basta a merda de vida que arrastas, tens também que tentar fazer o mesmo a minha?
Não tens olhos na cara para ver o mal que crias a tua volta, tanto que é que numa nuvem negra se transforma que gira e gira e te envolve o corpo, nada na tua cara transmite verdade… pureza… realidade. Vives nesse teu mundo de merda que nenhum outro adjectivo tenho para identifica-lo, desculpa me a indelicadeza mas estou rouca de tentar chamar te a razão, a verdadeira razão aquela que insistes em chamar de mentira e enganos.
É a última vez que ousas tentar tocar me, juro que te mato.
Juro que te esfolo, que te torturo, que te faço chorar e por fim te faço pedir por perdão.
Perdão, esse que NUNCA te darei.
Estou na fase de transição da paz interior para uma Reboleira de emoções, nem digo confusão porque sei perfeitamente o que sinto, mas a medida que fora do sério começo a ficar todas aquelas pequenas coisas começam a misturar se umas com as outras, a formar uma bola enorme que em pouco cuspo te na cara e nunca mais de mim saberás.
Ultimamente escrevo muito sobre isto, eu sei, ultimamente mostro muito pouco de mim, eu sei. Mas talvez esse ultimamente se torne frequente. Talvez esse ultimamente mude para sempre e acabe por nada escrever, pouco dizer e nada revelar.
Todos os dias a mesma rotina, gritos atrás de gritos, fúria, amargura, ódio…
Já não vos chega?
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